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Blog · Saúde mental

Psicologia infantil: como saber se o seu filho precisa de ajuda

"Será que meu filho precisa mesmo de psicólogo?" Se você está se fazendo essa pergunta, já vale uma conversa. Este texto ajuda a separar o que é fase do que merece atenção, e explica como funciona o atendimento com crianças na Prisma.

Publicado em 6 de setembro de 2026 Leitura de 6 minutos
Fachada interna da Prisma Especialidades, em Novo Hamburgo
A psicologia infantil da Prisma atende a partir dos 4 anos, na unidade de Novo Hamburgo.

Poucas dúvidas pesam tanto para um pai ou uma mãe quanto essa. Ninguém quer exagerar, e ninguém quer deixar passar. A boa notícia é que a resposta não precisa ser um diagnóstico: uma conversa com a psicóloga já serve para entender se aquilo que você está vendo em casa é uma fase, ou se pede acompanhamento.

Fases de transição não são doença

Início da escola, chegada de um irmão, mudança de casa ou de rotina. Para a criança, cada uma dessas fases pode vir com mais choro, mais manha, mais dificuldade para dormir. Isso não significa que algo está errado. É o jeito que a criança tem de processar uma mudança grande, quando ela ainda não consegue explicar em palavras o que está sentindo.

Mesmo nessas fases, o acompanhamento pode ajudar: a criança atravessa a mudança com mais segurança, e os pais entendem melhor o que está acontecendo. A diferença entre fase e problema costuma estar na intensidade e na duração.

Sinais que merecem atenção

  • Mudança de comportamento sem motivo aparente, que não passa com o tempo.
  • Dificuldade na escola que não existia antes: notas, atenção, relação com os colegas.
  • Medos muito intensos para a idade, que limitam o que a criança faz.
  • Dificuldade de se relacionar com outras crianças.
  • Ansiedade que aparece no corpo: dor de barriga antes da escola, choro sem motivo claro, recusa em sair de perto dos pais. O corpo da criança fala antes de ela conseguir explicar.

O que separa esses sinais de um dia difícil é a frequência. Se isso é comum na sua casa, e não um episódio isolado, vale conversar com uma psicóloga infantil.

Não precisa esperar virar um problema grande

Quanto antes se olha para isso, melhor para a criança. A terapia funciona também como cuidado preventivo: um espaço para organizar o que está acontecendo antes que vire algo maior. Procurar ajuda cedo não é exagero, é o contrário disso.

Quer conversar sobre o que você tem notado no seu filho? A recepção da Prisma marca a primeira consulta com a psicóloga.

Como é o atendimento com criança

Na Prisma, a psicologia infantil atende a partir dos 4 anos, em atendimento individual, na unidade de Novo Hamburgo, com a Dra. Shanna Souza França (CRP 07/24988) e a Dra. Letícia Leão (CRP 07/24497). Na idade em que a criança ainda não nomeia o que sente, a sessão usa a linguagem dela: o brincar, o desenho, a história contada. É por aí que o que está acontecendo aparece.

Os pais fazem parte do processo

Quando uma criança está em acompanhamento psicológico, os pais não são espectadores. A psicóloga conversa com eles sobre o que muda em casa: como reagir numa crise, como falar sobre o que a criança está sentindo, o que reforça em casa o trabalho feito nas sessões. O acompanhamento funciona melhor quando o cuidado continua fora do consultório.

E a saúde mental dos pais também importa. Cuidar de uma criança que está passando por uma fase difícil cansa, e é comum o esgotamento aparecer nos adultos da casa. A Prisma atende adultos em psicologia e psiquiatria no mesmo endereço; explicamos a diferença entre os dois no texto psicólogo ou psiquiatra: qual procurar primeiro?.

Perguntas frequentes

A partir de que idade a Prisma atende psicologia infantil?

A partir dos 4 anos, em atendimento individual, na unidade de Novo Hamburgo, com a Dra. Shanna Souza França (CRP 07/24988) e a Dra. Letícia Leão (CRP 07/24497).

Preciso de encaminhamento da escola ou do pediatra?

Não. É só chamar a recepção pelo WhatsApp e contar, em poucas palavras, o que você tem notado. Se a escola ou o pediatra já apontaram algo, leve essa informação para a primeira conversa.

Os pais participam do atendimento?

Sim. Os pais fazem parte do processo: a psicóloga conversa com eles sobre o que muda em casa, como reagir numa crise e como falar sobre o que a criança sente. O formato dessas conversas é combinado com a psicóloga.

Quanto tempo dura o acompanhamento?

Não existe prazo fixo. Depende do que levou a família a procurar ajuda e do objetivo combinado com a psicóloga, que é revisto ao longo do processo. Os convênios variam por especialidade; confirme o seu com a recepção.

Conteúdo informativo da Prisma Especialidades, Novo Hamburgo, RS. Não substitui a avaliação de um profissional. Em situação de risco imediato, procure um serviço de emergência.